Minha 100 Monkeys aventura
Bem, quando eu vi que o curso que eu queria fazer nos Estados Unidos iria ser na mesma época em que os meninos estariam em turnê com o Liquid Zoo, eu surtei e comecei a batalhar feito louca para conseguir ir e deu certo. No mesmo dia que tive a confirmação de que eu iria mesmo, mandei um e-mail para a Lani (Agente da banda) solicitando uma entrevista com os rapazes, e ela me respondeu após 3 minutos, falando que seria um prazer, e que provavelmente essa entrevista seria em Madison no dia 4 de julho, e me pediu para enviar um outro e-mail à ela mais próximo da data para que a gente pudesse acertar tudo.
Com essa notícia eu a Ana e Bruna surtamos bonito no twitter e eu já comecei a comprar os ingressos para os shows, fazer reservas nos hotéis e tudo mais. Ainda bem que eu tenho uma super amiga em Madison, que eu conheci no twitter, a Sthepanie que me ajudou a fazer toda a logística e até achou uma super promoção de hotel em Madison.
Super alegre e ansiosa lá fui eu para os USA fazer o meu curso, que terminava no dia 1 de julho à noite, e eu tinha que estar em Milwakee no dia 2 antes da hora do almoço para encontrar com a Sthep no Summerfest, já que a banda iria fazer uma apresentação lá. Acordei super cedo e fiz duas conexões, mas cheguei na hora e sem problemas. Encontrar a Sthep pessoalmente foi maravilhoso, igual aqueles filmes, em que os personagens saem correndo um até a outro, e tudo isso bem no no meio do festival. Lá também conheci mais um monte de fãs dos meninos que eu já conhecia pela internet e algumas outras que ainda não conhecia, e foi ótimo.
Depois de um tempo andando pelo festival avistei o Jerad e a sua esposa Kristina, andando por lá, eles formam um casal tão bonito e são tão fofos que até me sinto mal de achar ele tão lindo.
Lá estávamos eu e a Sthep sentadas embaixo de um sol danado por aproximadamente 4 horas, esperando a hora de começar o show. Do nada, veio até nós uma moça que trabalha em uma rádio local que estava fazendo a cobertura do evento, perguntando se nós queríamos conhecer a banda, e nós mais do que rapidamente falamos claro que sim, e já logo fomos encaminhadas para o lado de uma tenda onde seria o “encontro”. Eu nem sei dizer o quão nervosa eu estava, do tipo tremendo e tudo mais, eu realmente não esperava por isso, olhar a carinha deles de perto antes mesmo de ver um show, eu sabia que ia tremer nas bases e realmente tremi, quando eu a Sthep e a Christy entramos naquela tenda lá estava Jackson falando ‘Hello Ladies’ (Olá Garotas) na frente e no centro com o resto dos meninos atrás dele, (eu particularmente odiei isso com todo o meu coração, ficou parecendo que a banda é o Jackson e os 100 Monkeys e eu detesto isso) eu nem sei dizer o que eles estavam vestindo eu paralisei no momento mico total, hahaha, mas tudo bem. Acabei não falando nada com eles mas consegui falar com a Lani (que eu estava tentando contatar há uma semana) para marcar a entrevista. Então ela me pediu para eu falar com o Carl (o assistente dela). No final das contas foi tudo super rápido, mas consegui uma foto com os meninos e sim o Ben G é alto pra danar ;) eu tenho 1,70m e o topo da minha cabeça dá nos ombros dele.
O Carl foi um fofo, pegou o meu e-mail e todos os telefones da Sthep e ficou de entrar em contato comigo para agendar tudo direitinho.
Voltando para a platéia, estávamos todas em transe, mas foi muito divertido. Assistimos as outras bandas que vinham antes dos 100 Monkeys algumas muito boas outras em tanto, mas quando chegou a hora deles se apresentarem, eu estava mais do que ansiosa! Nnós estávamos sentadas na segunda fileira, mas quando apareceu uma vaga junto a grade na minha frente eu corri para assumi o lugar. O show foi super legal, e os meninos são mega teatrais e animados, é muito diferente ver um show deles ao vivo, sempre via muitos vídeos no youtube e tudo mais, mas ver a cara deles de perto é indescritível! Todas as caretas e as expressões são incríveis, não tem nada igual. Muitas pessoas que estavam lá, estavam interessadas em a banda que vinha depois deles, teve um indivíduo que estava colocando fogo em pedaços papel e teve até uma pequena confusão por causa disso mas nada demais. Muitas meninas fãs de Crepúsculo foram somente para ver o Jackson, mas também tinham muitas fãs da banda. Fora que o tempo estava sendo super mega controlado e eles nem tiveram tempo de fazer uma musica de improviso, o que me deixou bem triste. Nem preciso dizer que eu sai de lá ainda em transe, cansada até falar chega, mas estava tão agitada, que nem consegui dormir naquela noite.
No dia seguinte 3 de julho, passei com a Sthep com o olho grudado no celular esperando uma resposta do Carl sobre a entrevista, eu estava nervosa e com medo que a Sthep não pudesse ir comigo, confesso que não sei o que eu faria sem o apoio moral dela, mas no final das contas deu tudo super certo e ficou marcado para as 7 horas da noite do dia 4, no bar onde seria o show daquela noite, e a Sthep estava autorizada a ir comigo.
No dia 4 eles fizeram uma apresentação no Best Buy (rede grande e famosa de eletrônicos nos EUA) ao meio dia, que era super perto do hotel a onde eu estava, cheguei lá, lá pelas 11h e já encontrei algumas das meninas que conheci no show do dia 2 e lá ficamos conversando e esperando por eles, eles tocaram só 4 músicas, Shy Water (minha super favorita ainda mais acústico) Monkeys Song, Reaper e Junkie. Depois da apresentação, eles sentaram em uma mesa para distribuírem autógrafos. Eu que tinha várias encomendas e a outra garota que mora na Inglaterra também, ficamos no final da fila para não atrapalhar ninguém. Neste segundo encontro eu já consegui falar com eles um pouco, não estava tão nervosa mais ainda gaguejei. Falei para eles que os CDs que eles iriam autografar, são para algumas fãs que adoram eles e moram Brasil e coisas assim. Todos eles agradeceram muito, e falaram “que legal”, e o Jackson sendo tagarela como ele é, agradeceu e disse que quer muito vir ao Brasil, que tem muita vontade de conhecer, que é um país de gente bonita me pediu para passar o recado às meninas e tudo mais. Tudo foi muito rápido, já que eles estão com uma programação apertada. Ah, e nestes shows na Best Buy eles sempre sorteiam ingressos para o show que acontece à noite, e uma guitarra da Fender autografada por eles. Quem ganhou foi um garotinho de uns 4 anos, foi super fofo.
Depois disso voltei para o hotel para terminar de aprontar tudo para a entrevista, tipo carregar a bateria da maquina fotográfica e da filmadora que eu tinha acabado de comprar na Best Buy, separar os presentes que eu tinha comprado no Brasil para dar para eles e tudo mais.
Na nossa ansiedade a Step ficou de passar no hotel para me pegar as 5:45, para via das dúvidas etc, acabamos chegando lá as 6h e ficamos esperando do lado de fora junto com algumas meninas que já estavam lá e que a gente conhecia enquanto dava a hora. Nesse meio tempo eles todos saíram e entraram algumas vezes assim como os outros músicos, o local só tinha aquela entrada, e eu cada vez mais nervosa. Quando a Lani me chamou para entrar, eu confesso que tive que parar um minuto respirar fundo para acalmar e ir em frente.
A entrevista foi no mezanino do bar, então era uma área aberta, escura e barulhenta, mas mesmo assim valia a pena. A recepção deles foi super calorosa e simpática, todos falando “Olá, tudo bem?” e etc. A primeira coisa que o Ben G falou para mim, foi que eu não tinha sotaque latino, achei isso bem engraçado porque a Sthep sempre brincou comigo falando que eu deveria falar como o Antonio Bandeiras com aquele sotaque latino forte, mas eu não falo, então brincamos sobre isso um pouquinho. Como eu disse o lugar era bem escuro, então a Lani sugeriu que a gente mudasse para mais perto da janela onde tinha um pouco mais de luz, para que a gravação saísse melhor e etc. Os meninos foram super fofos mudando tudo eles mesmos, eles não deixaram a gente ajudar eles a carregar as cadeiras para o outro lado.
Enquanto a Sthep preparava a filmadora, o Ben G elogiou os meus braceletes, “I really love your bracelets” (Eu adorei os seus breceletes). Eu sempre uso uns 3 ou 4 braceletes do Spencer Bell Memorial e um da 100 Monkeys, e então começamos a conversar sobre o Spencer um pouquinho, eu disse que estava colaborando com a realização de um SBL na America Latina eles acharam isso ótimo, foi super fofo, porque eu realmente amo Spencer e vocês vão poder ver isso no vídeo.
Eu estava MEGA nervosa no começo de entrevista, deu até um pouco de suador, mas eles me deixaram a vontade e foram super simpáticos até que eu consegui relaxar um pouco, mas continuei nervosa, tanto que mesmo com uma lista de perguntas na mão, acabei não perguntando algumas coisas, fora que o tempo deles também era curto então eu não podia demorar.
O jogo das improvs foi muito divertido! Eu adorei aquela parte! Eles são um bando de garotos safados e engraçados. As caretas que o Jackson fazia durante a entrevista, me fazem rir toda vez que eu vejo. O Ben G falando que a improv era aeromoça também me mata de rir, safado é pouco.
A entrega dos presentes também foi bem legal, ver a animação do Ben G com a cachaça me deixou muito feliz, o Jackson com o café, eu juro os olhos dele até brilharam foi muito engraçado. E depois ver todos eles colocando as fitinhas do Senhor do Bom Fim na hora em que eu as dei para eles, me deixou muito feliz também.
O Ben J é naturalmente calado, mas ele estava doente aquele dia, então ele falou menos ainda. O Uncle Larry também, é sempre caladão, mas é muito carinhoso! Eu conversei com ele no final pedindo um outro abraço em nome da minha amiga Phoenix, da Phoenix7 que está trabalhando para realizar um SBL aqui na América Latina e que está muito doente no hospital, ele mais do que prontamente me deu outro abraço bem apertado e mandou melhoras para ela.
Eu não preciso nem dizer como eu fiquei feliz quando o Jackson se levantou para me dar um abraço né ;) eu ganhei um abraço de todos eles. Depois pedi uma foto com eles todos, e a Lani tirou uma deles só comigo, e uma deles comigo e a Sthep. Depois disso, quando eu estava guardando as coisas, vi que tinha esquecido de dar um bloco de anotações com o desenho do pão de açúcar para eles, então eu o entreguei para o Jackson que estava na minha frente e também entreguei o colar que eu tinha comprado para ele, tem um pingente triangular vermelho e cordão de couro, dá para ver ele usando em algumas fotos ;). Comprei de uma amiga, quando eu bati o olho no colar, achei a cara do Jackson e comprei. Ele me agradeceu muito disse que eu era uma gracinha e tal. Ai ai... Entreguei também uma havaianas para a Lani, ela adorou e me agradeceu muito. Então eu agradeci todos eles novamente, e sai.
Quando eu entrei novamente no bar para aguardar o show, fui dar uma checada no meu twitter, e vi os tweets da Bruna, falando que a Lani tinha postado uma foto da entrevista no Facebook Oficial da 100 Monkeys! Eu nem vi ela tirando a foto hahaha.
Esse show foi muito mais divertido, o lugar era menor, quem estava lá estava mais interessado, eles foram muito mais dinâmicos e eu me diverti MUITO. A música de improviso foi Spotted Cow (é o nome da cerveja local) foi bem divertida, e uma garota ao final da música deu um copo da cerveja para o Jackson, ela mais do que prontamente pegou agradeceu, mas falou tipo e para o resto do pessoal da banda? Ela mais tarde deu um jarro de cerveja para todos eles.
Após ter assistido a três apresentações dos meninos, havia uma última que eu iria ver em Chicago no dia 7. Eu estava ansiosa e triste ao mesmo tempo, ansiosa para vê-los em mais um show, e triste porque seria o meu “último”. Chegamos cedo e ficamos por lá esperando e conversando. Eu tinha ingresso V.I.P. para esse show. Foi caro para caramba, mas foi bem divertido. Esse tipo de ingresso permite que você entre primeiro no local, e veja os meninos fazendo os arranjos e ajustando os instrumentos. Aí então eles tocam algumas músicas acústico, a gente tem direito a uma foto com eles, e a trocar algumas poucas palavras Ganhamos uma camiseta super fofa e exclusiva com um crachá que eu AMEI e uma foto autografada. Quem tirava as fotos era a Lani, e ela tirou o maior sarro da minha cara, porque a minha maquina fotográfica estava em modo Twilight (Crepúsculo).
Esse show foi fantástico, acho que também ajudou porque a banda Tin Tin Can também tocou e eu ADORO eles de verdade, então o pessoal estava super aminado quando os meninos entraram no palco, a casa estava cheia. Eles estavam ainda mais empolgados nesse show, mesmo com o Ben J ainda um pouco doente e o Uncle bem doente, tanto que ele nem apareceram na hora do VIP. A música de improviso foi Salsicha de Chicago, “Wiener”, salsicha em inglês, também é uma gíria para pênis, foi bem divertido ver o Jackson tirar sarro do Jerad porque ele escolheu esse tema.
O que foi chato é que haviam algumas meninas que só estavam ali por causa do Jackson dando um pouco trabalho, uma chegou até a dar um cotovelada no peito de uma das minhas amigas, e a outra ficava atormentado a gente para deixar ela ir mais para frente, e gente estava na primeira fila, porque ela não conseguia ver o Jackson e ficou gritando Jackson eu te quero no nosso ouvido, mas fora isso foi tudo maravilhoso.
Eu tenho que dizer que a música Thank You sempre me deixou emocionada, Uncle Larry cantando Invisible Monsters sempre me deixa com lágrimas nos olhos, Reaper é simplesmente incrível com eles ficando doidos no palco, o começo de Wings on Fire é sempre muito divertido com as mudanças que O Ben G e o Jerad fazem e ver o Ben J sorrindo e de perto e de fazer qualquer coração derreter de verdade. O Will ou Thwilla é uma cara super divertido, simpático e realmente muito gato.
Voltar para o Brasil e saber que tudo tinha acabado, foi realmente difícil... saber que não verei outro show deles tão cedo, é muito triste. Mas ao mesmo tempo estou feliz, por ter cumprido a minha missão de entrevistá-los, e de realizar o desejo que eu tinha de vê-los ao vivo. Tudo é exatamente como eles falam, eles são completamente diferentes a cada show! É muito divertido e te vicia ainda mais neles. Posso falar sem sombra de dúvidas, que eu amo a música deles! Ainda mais agora, depois de ter visto eles tocando ao vivo, e ter tido o prazer de conversar com eles.
Eu queria aqui agradecer a Lani e o Carl, que foram super fofos comigo me ajudaram em tudo que foi possível.
Por Tariana Stradiotto